Novos Povoadores®

Apoiamos a instalação de negócios em territórios rurais

O «copy» contratado por «messenger»

As aplicações de «Instant Messaging» são frequentemente vistas como um bloqueio à produtividade das empresas, quando o trabalho dá lugar aos «chats» entre amigos pela Internet. Por isso, o seu acesso é, muitas vezes, proibido pelos sistemas informáticos.

Mas entre «smileys» e animações gráficas, a Euro RSCG encontrou uma poderosa ferramenta de gestão de recursos humanos. Esta multinacional de comunicação e publicidade descobriu no «messenger» uma aplicação mais eficaz na contratação de novos quadros. Um “tubo de ensaio”, realizado em Portugal, e que será brevemente replicado a todas as filiais do grupo.

A experiência partiu da necessidade de contratar um jovem «copywriter» para a Cyberlab, a empresa do grupo Euro RSCG que integra toda a parte de Internet. “Trata-se de um cargo onde é fundamental saber escrever textos e criar campanhas para a net”, explica Jõao Paulo Ferreira, director-geral desta empresa. “Para quê seguir o método clássico de recrutamento, onde se entrevistam pessoalmente as pessoas para falar do CV, quando um dos aspectos mais importantes é determinar a qualidade de escrita dos candidatos para um ambiente web?”, questiona o responsável.

A oferta de emprego começou por ser lançada por «e-mail»: um anúncio para o cargo de «copywiter» júnior foi enviado para a rede de contactos pessoais e profissionais de João Paulo Ferreira que, em apenas um dia, recebeu 20 currículos de potenciais candidatos. “O efeito de rede funcionou na perfeição”, sublinha.

Mas a resposta obtida pelos candidatos não foi para agendar uma entrevista tradicional, mas um desafio diferente: conversar com o seu entrevistador pelo «messenger». Após a troca de «nickames», combinou-se uma hora no ciberespaço.


A entrevista diferente



“A entrevista foi muito mais produtiva: reparei logo que havia um maior à-vontade da parte dos candidatos, que responderam de forma mais espontânea às perguntas da praxe: qual a campanha preferida e porquê? Qual o conceito criativo? Como pegava nessa campanha de televisão e a adaptava à net? Anunciante «on-line» preferido. Falar sobre os trabalhos que já fez”.

O facto da plataforma ser o «messenger» permitiu aos candidatos enviar ficheiros com os seus trabalhos (portefólio) e trocar impressões com o entrevistador. “Por outro lado, apercebi-me logo do tipo de escrita dos candidatos, do seu sentido de humor e, sob pressão, puderam resolver casos práticos a escrever anúncios para determinada campanha”, salienta o director-geral da Cyberlab. Dos 20 candidatos entrevistados, apenas 10 passaram à fase da entrevista presencial “que serviu para confirmar cara-a-cara a ideia que tinha”, salienta.

A notícia da contratação foi novamente dada ao candidato apurado por «messenger», “que respondeu com um «smiley» sorridente”. A satisfação neste processo convenceu a Euro RSCG a replicar esta prática, não só para todas as contratações em Portugal, como para as restantes filiais do grupo.

in EXPRESSO, Manuel Posser de Andrade

Criação de Emprego

Há uma área profissional onde não existe desemprego. Trata-se do sub sector "Call Centers", do sector quaternário da economia: Comunicação e Informação.

Estas unidades empresariais podem ser instaladas em qualquer parte do Mundo, sendo as regiões de menor custos as preferênciais para instalação.




"(...)Segundo Roberto Meir (Presidente da Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente, Brasil), o governo de Lula da Silva tem como objectivo criar 120,000 novos empregos no Brasil durante 2007, 25% dos quais na área dos Contact Centers."

Expansão Urbana: Costa portuguesa ameaçada



Metade das zonas urbanas do continente estão concentradas em 13 quilómetros de costa, refere um relatório da Agência Europeia de Ambiente (AEA) divulgado esta segunda-feira. «Portugal tem tido um dos mais rápidos crescimentos urbanos da União Europeia»

Os maiores focos concentram-se na linha de costa das áreas metropolitanas de Lisboa/Setúbal e Porto/Viana do Castelo, assim como no Algarve. Locais onde a expansão urbana, entre 1990 e 2000, foi superior a 10%.

A AEA explica que o crescimento é sobretudo residencial e se deve à procura de imigrantes da Europa do Norte e de reformados portugueses.

«A Europa é dos continentes mais urbanizados da terra», cerca de 75% da população vive em áreas urbanas e esse valor poderá crescer para 80% em 2020.

«Diariamente, todos testemunhamos as mudanças aceleradas, visíveis e críticas no uso dos solos que, de uma forma sem precedente, modelam a paisagem e afectam o ambiente no interior e na periferia das cidades», alerta o relatório.

Em Portugal, não faltam exemplos dessas alterações, algumas ainda em discussão, como o Ikea em Gaia ou a plataforma logística no Ribatejo, ambos previstos para uma zona da reserva ecológica nacional.

Se, nalguns casos este crescimento pode ter efeitos benéficos no ambiente- «o consumo de energia tende a ser menor nas áreas urbanas»,o tratamento de resíduos urbanos e de águas residuais também fica facilitado-, por outro lado, nascem novos problemas localmente- poluição atmosférica (na Avenida da Liberdade registam-se as mais altas emissões de CO2 da Europa), ruído, escassez de água potável, dificuldades na gestão de resíduos, ausência de espaços verdes, entre outros.

«A expansão é particularmente evidente em países ou regiões que beneficiaram de políticas regionais e de financiamentos comunitários» e que, para além de terem uma elevada densidade populacional, têm apresentado um «vigoroso crescimento económico», tendo sido esse o caso de Portugal, segundo a AEA.

A agência acusa ainda as actuais políticas de ordenamento de falta de visão de desenvolvimento urbano e de serem demasiado permeáveis às lógicas de mercado. Recorde-se que em Portugal ainda não foi aprovado o programa nacional de política de ordenamento do território.

ioli.campos@sol.pt

in SOL, Ioli Campos

Televisão perde para a internet

A disseminação do acesso à internet através de ligações de banda larga está a provocar uma queda nas audiências de televisão, relata um estudo do Ofcom, a entidade fiscalizadora das telecomunicações no Reino Unido, levado a cabo em 11 países.

O estudo revela que, em média, cerca de um terço dos cibernautas com acesso banda larga de internet vêem menos televisão, desde que começaram a navegar na internet. O número de telespectadores que troca a televisão pela internet é cada vez maior, aliciados pela quantidade de serviços oferecidos pela web, como serviços de mensagens instantâneas, como por exemplo o MSN, blogues, sites de redes sociais e com conteúdos gerados pelos próprios cibernautas, como o YouTube. E este fenómeno não atinge apenas os mais jovens, já se começa a fazer sentir em classes etárias mais elevadas.

A pesquisa, realizada em 11 países, inquiriu mil pessoas em cada país. Na Holanda, Suécia e Japão situam-se os índices mais elevados de penetração da banda larga, 58, 45 e 44 por cento, respectivamente. A China apresenta a percentagem mais elevada, a nível mundial, de cibernautas que assistem a vídeos de música e programas de televisão através do acesso rápido à internet.

Os resultados do estudo desvendam que 76 por cento dos utilizadores de banda larga na China vêem videoclips via download ou streaming, enquanto a percentagem dos que vêem televisão através de ligações de banda larga atinge os 70 por cento.

No que respeita o mercado publicitário, o relatório mostra que os anunciantes estão a reconhecer rapidamente a enorme procura de conteúdos online e que a publicidade na internet atrai quase 10 por cento dos investimentos em publicidade no Reino Unido.
De salientar que o estudo conclui que a audiência de emissoras de rádio tem vindo a aumentar através dos acessos à web.


in SOL

Tradição e Inovação Alimentar

A obra Maria-Manuel Valagão (Org.) Tradição e Inovação Alimentar – dos recursos silvestres aos itinerários turísticos será apresentado no âmbito das actividades do CETRAD, a 18 de Dezembro pelas 17h, no Auditório da Biblioteca Central da UTAD, Quinta de Prados

O livro referido resultou de um Projecto PO AGRO DE&D intitulado “Inovar e valorizar as tradições alimentares enquanto precursoras da conservação da natureza e do desenvolvimento local em Alcácer do Sal”. Foi escrita por 10 autores e é composto por 7 capítulos, que tratam de sabores, plantas silvestres, itinerários turisticos em torno do ambiente, do património e da gastronomia. A obra foi apresentada em Lisboa, a 27 de Nov., no Clube de Jornalistas.

The art of start

Um vídeo cheio de evidências num ambiente bem humorado!

Why?!


Deixei de viver em Lisboa há mais de um ano e, na última viagem, verifiquei algo que presentia:
- Os cafés, outrora cheios de gente, permanecem vazios o dia inteiro;
- Os centros comerciais, outrora cheios de clientes, hoje cheios de visitantes (verifica-se pelos sacos das lojas que os acompanham, ou não)
- Numa papelaria, onde entrei para comprar umas folhas de papel vegetal, fui alertado 2 vezes sobre o custo unitário das mesmas, que era de 80 cêntimos
- Os meus amigos, da geração dos trinta, queixam-se que não ganham o suficiente para sobreviver (800-1000 euros/mês), os outros, da geração dos 50-60 queixam-se que têm que subsidiar os filhos a meio dos meses

Porque motivo insistem as pessoas em viver em Lisboa?
Sabem o que é teletrabalho? E telecentros?

O país está todo em crise. Mas uma coisa posso garantir: O interior desconhece esse tipo de pobreza. Tal como desconhece arrendamentos habitacionais superiores a 350 euros ou infantários superiores a 120 euros.

As Cidades e a Inovação


É esta difusão em rede da "inovação" que se pode dinamizar com o projecto da "Capital Europeia da Inovação", reconhecendo que quando se fala de "inovação" está a falar-se de "organizar" objectivamente o processo da "inovação" criando as infra-estruturas necessárias e as redes relacionais adequadas à consolidação duma "pulsão" inovadora através da Europa.

Estamos a falar de uma convergência entre o processo político – a gestão da cidade e das suas áreas de influência – e o processo económico – o reforço das condições de competitividade da região e das empresas nela localizadas.

Artigo interessante que confronta o actual modelo de desenvolvimento com a Estratégia de Lisboa.

Mais uma síntese de conceitos!

Steve Jobs Stanford' Speech 2005


Um depoimento inspirador!

Desenvolve, desenvolve!

Onde encontro informação detalhada sobre Desenvolvimento Regional? Um sítio (www) que me explique de forma objectiva a estratégia dos próximos 5-10 anos a nível nacional e regional. Disponibilizar informação pertinente que permita situar futuros investidores em matéria de recursos e projectos de desenvolvimento numa escala regional.
Falo do acesso a um instrumento de planeamento na qual seja possível perceber, por exemplo, que no Baixo-Alentejo privilegia-se o aproveitamento dos recursos naturais associados à produção de energias alternativas, e que no Litoral Alentejano dar-se-á mais ênfase ao aproveitamento turístico nas áreas protegidas. E podemos (devemos) aprofundar a análise: disponibilizar uma matriz de recursos, competências, potencialidades, tudo devidamente contextualizado em suporte de informação geográfica.

A tendência para que os municípios se definem em matéria de desenvolvimento regional ganha pouca consitência na medida em que se persiste em desenhar estratégias “concelho-cêntricas”.
Se na faixa poente ao eixo Braga-Faro, o tecido empresarial tem dinâmica suficiente para imprimir um ritmo de desenvolvimento e crescimento satisfatório, temos o reverso da medalha virado para nascente, em que tudo depende da administração local. É neste cenário que a missão dos autarcas do interior pressupõe um grau de exigência acrescido. Independentemente das competências de gestão autárquica, o interior do país necessita urgentemente de políticos com visão, arrojo, irreverência.
Na verdade, quem sou eu para saber daquilo que o país necessita? Ok, então sou eu que preciso de políticos mais inspirados, mais carismáticos… uma geração de políticos Mais!

Parêntese à parte, voltando àquilo que poderia ser o Portal do investidor, ou plataforma virtual de Desenvolvimento Regional, gostaria de ver uma iniciativa semelhante partir precisamente das regiões “deprimidas”. Existem aliás exemplos de posicionamento interessantes aos quais interessa dar eco. Alguns municípios trilham novos caminhos na esfera do desenvolvimento. Agregar iniciativas e articulá-las em prol de uma estratégia regional é um mecanismo de projecção que não podemos ignorar.

Se isto não representa uma oportunidade de negócio em si, poderá pelo menos perfilar-se como uma oportunidade de desenvolvimento.
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