Novos Povoadores®

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Seminário “Inovação Social e Empreendedorismo” #ise2010

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e a In.Cubo – Incubadora de Iniciativas Empresariais Inovadoras, com o apoio do IES – Instituto de Empreenderismo Social, vão realizar o Seminário “Inovação Social e Empreendedorismo”, que terá lugar no dia 7 de Maio, às 10h00, nas instalações da In.Cubo em Arcos de Valdevez.

Este seminário tem como objectivos:

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Sensibilizar e partilhar ideias quanto à importância e relevância do desenvolvimento de novos processos de inovação social e o papel do empreendedorismo neste contexto;
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Apresentar casos concretos de iniciativas e projectos bem sucedidos de inovação e empreendedorismo social;
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Fomentar a adopção de uma nova cultura mais inovadora e de natureza empreendedora junto das organizações e dos agentes de desenvolvimento socioeconómico do Alto Minho.

As inscrições para participar no Seminário deverão feitas para o seguinte email: accaosocial@cmav.pt
Consulte aqui o programa detalhado do evento: http://bit.ly/cf18ZF

Mais informações:

Telefone: 258 510 050
E-mail: info@incubo.eu

Economia Social - Resolução do Parlamento Europeu






























Foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia, a Resolução do Parlamento Europeu (2010/C 76 E/04) sobre Economia Social. Este documento integra um conjunto de considerações gerais que caracterizam as especificidades da economia social, reconhecimento a sua importância a vários níveis: conceptual; jurídico; estatístico; como parceiro social.

A resolução salienta ainda e considera a economia social como actor-chave para a concretização dos objectivos da Estratégia de Lisboa.

Por fim,e sugere à Comissão Europeia e aos Estados Membros que congreguem os meios necessários para atingir os objectivos, nomeadamente na elaboração das políticas da União Europeia.

Destacamos as seguintes recomendações:

(...)

36. Convida os Estados-Membros a incentivar o desenvolvimento de organizações de apoio às pequenas e médias organizações da economia social, tendo em vista reduzir a dependência de subvenções e aumentar a sustentabilidade;

37. Solicita à Comissão que convide os participantes na economia social a aderirem a instâncias permanentes de diálogo e a participarem e colaborarem com os grupos de peritos de alto nível que possam ocupar-se de questões relativas à economia social; convida a Comissão a participar no reforço das estruturas de representação da economia social a nível regional, nacional e comunitário, bem como a criar um quadro jurídico concebido para promover uma parceria activa entre autarquias e empresas da economia social;

38. Convida a Comissão a promover o diálogo entre os organismos públicos e os representantes da economia social a nível nacional e comunitário, promovendo assim a compreensão mútua e as boas práticas

(...)

44. Convida a Comissão e os Estados-Membros a apoiarem o desenvolvimento de competências e o profissionalismo neste sector, a fim de se reforçar o papel da economia social na integração no mercado de trabalho;

45. Requer à Comissão que defina um enquadramento jurídico na UE favorável à constituição e manutenção de parcerias territoriais entre o sector da economia social e as autoridades locais, definindo critérios para o reconhecimento e a valorização da economia social, para o desenvolvimento local sustentável e para o fomento do interesse geral;

(...)

via site da Minha Terra - Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local

Encontro internacional de cidades inovadoras analisa problemas urbanos


Visões sobre o futuro



António Câmara discorre sobre 4 temas ao longo do mês de Março na Culturget:


Espaços Públicos (10/03)

Inteligência Colectiva (17/03)

Objectos Inteligentes (24/03)

A Comunicação em 2050 (31/03).


Já é possível ver os vídeos online neste link.

via site da CGD

Foi há um ano!

Passavam poucos minutos das 7:30 quando o Alexandre deu o alerta: O projecto Novos Povoadores, capa do DN desse dia, iria ser o tema do "Fórum"!

Todos tremíamos de nervoso pela responsabilidade que sentíamos naquele instante.

Apressei-me a informar a produção da TSF que não estava em condições para entrar "no ar".
Por consenso entre mim e a Ana, seria o Alexandre a representar-nos!

Escutámos, pouco depois das 10:00AM, a melhor síntese do nosso projecto pela voz da Margarida Serra, baseado no artigo da Ana Tomás Ribeiro:

O projecto tem por objectivo ajudar as famílias a estabelecerem-se no interior do país.
Há 277 municípios que precisam de recursos humanos qualificados e pessoas empreendedoras com projectos mobilizadores e geradores de emprego.
Há também famílias interessadas em mudar de vida!


Sentimos naquele dia o pulsar de um país que desejava, tanto como nós, quebrar a fronteira litoral/interior.

Passou um ano.

Dezenas de apresentações, entrevistas, reuniões...

Não encontrámos qualquer porta fechada. Apenas receios. Muitos!

"Se a solução era tão simples, como é que ninguém se lembrou?!"

Sabemos hoje o caminho que ainda temos para percorrer. Bastante mais longo daquilo que pensámos. Mas não vacilámos.

Um agradecimento a todos os inscritos - 400 famílias - e em especial aos nossos "Pioneiros" cuja confiança esperamos saber retribuir com um projecto migratório que seja inspirador para todos os portugueses.

Deixamos os links dos testemunhos desse dia:

- DN

- Fórum TSF


Frederico Lucas

Living Labs and Open Innovation

Living Lab” trata de experimentação e de co-criação com utilizadores reais em ambientes da vida real.

Nestes ambientes os utilizadores juntamente com investigadores, empresas e instituições procuram em conjunto novas soluções para satisfazer outro conjunto de necessidades, através de novos produtos, serviços ou modelos de negócio.

Uma implementação prática de “Living Lab” pode e deve ser estabelecida como um projecto de ambiente em Inovação aberta, com comunidades temáticas em Inovação aberta e num processo para colocar o trabalho e a gestão das facilidades de infra-estruturas dos Living Lab num ambiente que gere projectos inovadores.

Essas facilidades existentes nas infra-estruturas podem ser:

Ajudas para o registo de patentes

Facilitação da comunicação

Interacção com os participantes ou constituintes através do uso de Web 2.0

Os Living Labs abordam o envolvimento da sociedade, sobre a promoção da inovação numa base da sociedade, envolvendo universidades, PME, instituições públicas e grandes empresas num processo de inovação aberta, e porque acontece em ambientes reais, tem um impacto imediato.

Os Living Labs procuram colmatar lacunas e como ecossistemas flexíveis que são, podem fornecer uma procura substancial de inovação por envolver de forma interactiva uma série de actores em que o condutor do processo é o utilizador.

O conceito de Living Lab desempenha um papel crucial em manter os utilizadores continuamente envolvidos, para que as suas expectativas sejam acompanhadas e possam participar na construção melhores produtos e serviços.

Um dos casos que pode ser inserido nesta abordagem é a criação de um novo (2009) Living Lab da rede europeia focado na inovação aberta no campo da iluminação, com destaque para a eficiência energética. Os criadores deste Living Lab português são o município de Águeda, a Universidade de Aveiro e várias empresas.

A participação dos utilizadores é uma das mais importantes fontes de ideias inovadoras.

Estas ideias estão consagradas não só em documentação da comunidade europeia, como noutros documentos dos quais deixo aqui exemplo.

“As the adoption (or integration) of a living labs approach has important implications, for its implementation into existing regional instruments of innovation it should be taken into account the specific situation in particular regions. Implementing the living lab concept into the existing instruments and policies requires the collaboration among key stakeholders at the regional and cities level, such as public administrations, regional and city development agencies, research institutes and companies as well as cities as end-users and also co-creators of innovations. Such collaboration could very well be agreed in a public-private partnership programme for regional innovation. Such a structure would avoid already the fragmentation of projects and difficulties to pass the phases of applications development and prototyping, often found in current innovation programmes. The region-wide collaboration and coordination would at least establish the conditions for systematic networking and exchange, reuse and sharing of knowledge and technologies, and scaling up and roll out.” – LIVING LABS AND OPEN INNOVATION POLICY IN REGIONS FOR THE BENEFIT OF SMES

in INTUINOVARE

COLÓQUIO: "TRANSIÇÃO PARA UMA ECONOMIA E CULTURA PÓS-CARBONO"


Realiza-se em Pombal no próximo dia 10 de Abril um colóquio cuja temática procurará responder aos seguintes objectivos:

"Consciencializar as pessoas para os limites aos crescimento, as alterações climáticas e a dependência da nossa Civilização dos combustíveis fósseis abundantes e baratos;

Alertar para a insustentabilidade a médio/longo prazo dos actuais sistemas de produção, distribuição e consumo de bens e serviços;

Identificar factores estruturais de mudança: redução energética, uma nova organização do espaço e das relações territoriais, sociais e económicas;

Sugerir que estilos de vida com menor consumo energético, cuidado com o Ambiente, e sobretuto mais integrados nas comunidades locais, conduzem à subida dos níveis de bem-estar;

Divulgar e sensibilizar para um conjunto de iniciativas em curso de estímulo à mudança de paradigma de desenvolvimento: as Iniciativas de Transição (Transition Towns): porquê, para quê e como?;

Partilhar boas práticas existentes que estão de acordo com espírito da Transição no contexto português;

Discutir a ideia do desenvolvimento de uma Iniciativa de Transição-piloto no concelho de Pombal: que ameaças e oportunidades, a definição de um conceito, a identificação de parceiros, a dinamização de um grupo de trabalho."


Mais informações sobre o programa e inscrições no site www.permaculturaportugal.ning.com

Rui Veloso e Sara Tavares

É preciso dizer mais alguma coisa?!

Cooperativa António Sérgio gere programa nacional de microcrédito


Nomeada entidade gestora do programa nacional de microcrédito, O Jornal de Negócios Online noticia que a Cooperativa António Sérgio vai gerir a linha de crédito de 12,5 milhões de euros. Será lançada no primeiro semestre, para apoiar investimentos de entidades ligadas ao sector social até ao montante de 25.000€
Além do acesso ao crédito, prevê-se apoio técnico à criação e consolidação de projectos empresariais.
O Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Economia Social (PADES), no qual estas medidas se inserem, prevê, ainda, o desenvolvimento no segundo semestre de formação profissional de apoio à gestão e à modernização das entidades do sector social e um plano de qualificação das entidades do sector social.

in Jornal de Negocios online

Inovação Aérea

Nos EUA, as companhias aéreas lowcost andam a misturar descontracção pelos seus passageiros!

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