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Avis, no Alentejo, é o concelho com menos área urbanizável do país (0,34%)

Esta informação pode ser obtida numa base de dados sobre Ambiente, a Ecoline,consultável por todos na Internet, inaugurando uma abordagem histórico-social dos problemas ambientais que se propõe ir à raiz dos problemas.
O Observa, núcleo de investigação do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e do Instituto de Ciências Sociais (ICS), disponibilizou a Ecoline, uma base de dados de acesso livre onde se podem encontrar notícias publicadas em jornais (como a Ilustração Portuguesa, o Século Ilustrado, a Vida Mundial ou o Expresso), mas também pequenos filmes, documentários e dados estatísticos.

O objectivo é “cobrir uma dimensão evolutiva, espacial, geográfica e temática das questões ambientais", diz Luísa Schmidt, coordenadora do projecto. A investigadora do Observa, explica que o projecto Ecoline é pioneiro no sentido em que inaugura uma abordagem histórico-social dos problemas ambientais e do modo como, ao longo do século XX foram tratados nos media e na investigação científica; "pegamos na raiz dos problemas".

Como seria de esperar, é nas áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa que a percentagem de área urbanizável é maior. Num extremo está o concelho do Porto (com a maior área de todos, 69,15%), depois São João da Madeira (63,61%), Gaia (52,33%) e Espinho (52,22%), Oeiras (51,10%), Lisboa (49,80%)ou Amadora (48,66%); no outro, Avis (0,34%) seguido de muito próximo por Alvito (0,36%), ambos no Alentejo, a região com menos área urbanizável.

Base de dados Ecoline

In arquitectos.pt