Novos povoadores é um serviço que vem despertar para novas
oportunidades.
Novas oportuindades de negocio, novas oportunidades de
modelos e gestão de negócios (teletrabalho, nearshoring),
novas oportunidades de desenvolvimento regional.
As premissas que sustentam este serviço fundamentam-se em
três pontos básicos:
1) a crença de que é possível desenvolver um alargado
número de actividades actualmente centralizadas nas duas
metrópoles portuguesas em áreas geográficas menos
congestionadas;
2) existe uma apetência crescente por parte de empresários,
trabalhadores independentes ou dependentes, bem como
potenciais empreendedores para iniciar um processo de
deslocalização das suas actividades profissionais por um
lado, mas também das suas vidas familiares;
3) há todo um pais preparado para receber “novos
povoadores”, com todas as condições para competir na
economia do conhecimento, na economia digital etc...
Enquanto serviço, novos povoadores coloca numa única
plataforma todos os parceiros e instrumentos (informação)
necessários para materializar uma tendência que cremos de
ordem civilizacional.
Objectivamente, trata-se de conjugar os interesses e
necessidades de potenciais interessados com as condições
existentes nas cidades e vilas que pretendem atrair uma
nova vaga de capital humano. Em termos de estrutura do
projecto, identificam-se duas grandes bolsas que agregam
por um lado uma bolsa de oportunidades no lado da oferta, e
na vertente da procura, o perfil detalhado dos potenciais
interessados.
É fundamental considerar uma nota sobre todo o processo
implícito neste serviço. A passagem de uma vida urbana para
um quotidiano mais tranquilo deve ser objecto de profunda
reflexão e ponderação. Com base neste pressuposto, o
serviço associado aos Novos Povoadores é necessariamente um
processo faseado que auxilia na ponderação dos vários
factores a ter em conta e que em última análise facilita a
adopção de um estilo de vida que, por ser diferente, deve
acima de tudo ser melhor.
Nesta sequência, é oportuno referir a estrutura
organizativa do projecto que se edifica sobre 5 pilares de
actuação:
Área Corporate: destina-se a identificar e promover este
conceito junto de grandes organizações que equacionem a
participação de um processo nearshoring (deslocalização de
proximidade).
Área Empreendedorismo: destina-se a identificar e cativar
empreendedores para estes territórios.
Área Território: estruturar as oportunidades existentes.
Área Mediação: elo de facilitação para a instalação dos
novos povoadores.
Área Comunicação: projecção do projecto.
Em síntese, Novos Povoadores vem despertar para uma nova
forma de ver o Interior. Vencer o estigma da interioridade,
potenciar recursos, e proporcionar condições de maior
competitividade e criatividade para as empresas.
Acreditamos que a atitude que pretendemos imprimir nesta
iniciativa se coaduna com a dimensão do desafio. É sem
dúvida um trabalho de grande profundidade que provoca
algumas alterações na forma de estar em família, na forma
de pensar o território, e na forma de actuar
empresarialmente. O desafio está assim dividido em vários
patamares: transformação social, competitividade
territorial e empresarial (par a par), bem como contributo
para a melhoria da qualidade de vida e preservação
ambiental/eficiência energética.

